30 de novembro de 2007

Investigando e descobrindo coisas no Museu Paulista

Este roteiro de atividade foi elaborado para turmas de 7a série da Escola Oscar Thompson. Trata-se de um excelente recurso para animar os alunos fazendo-os protagonistas da visita.


Roteiro para a atividade no Museu Paulista

1- Raposo Tavares está na minha frente, mas não olha para mim...
Quem sou eu?
[dica: eu vejo todo mundo que entra aqui]

2- Quando fiz 400 anos, muitas “lembrancinhas” foram feitas em homenagem aos bandeirantes.
Quais foram elas?
[dica: estou próximo de São Paulo]

3- São Paulo era tão diferente...
Descubra alguma informação sobre o Pátio do Colégio, lugar onde a cidade começou.
[dica: parece mágica! Coloco o dedo e tudo muda!]

4- Fogo! Fogo!
Descubra como os bombeiros combatiam os incêndios antigamente.
[dica: tudo que tem rodas anda]

5- Tem aluno que não gosta muito de escrever e diz: “Tem que copiá?”
Hoje é difícil escrever? Que nada! Descubra como se escrevia antigamente.
[dica: olha os anjos na minha esquerda!]

6- O lugar em que você está era para ser um pouco diferente. Descubra:
Quem me criou?
Qual era o meu formato original?
Por que fiquei desse jeito?
[dica: quando uma coisa muito grande fica pequena]

7- Hora de ir às compras!
Descubra o que as lojas de antigamente vendiam.
É tão bom quando a gente é criança e ganha um brinquedo novo!
Quais eram os brinquedos das crianças de antigamente?
[dica: que música legal! É bem diferente!]

8- Minha mãe vive querendo trocar os móveis de casa. Eles são novos, mas não duram nada... Estes aqui são tão velhos e resistentes...
Compare os móveis da sua casa com os móveis que as pessoas usavam antigamente. Veja as diferenças.
[dica: muitas coisas ficam escondidas nos cantos]

9- Lá na sala de casa tem uma televisão, um sofá e uma estante pequena.
Como era a sala de estar e a cozinha de uma casa de antigamente? Vejam as diferenças.
[dica: mataram a galinha!]

10- Olhe por onde pisa!
Isto se chama ladrilho hidráulico. Você sabe como é feito?

29 de novembro de 2007

O Dia Nacional do Vandalismo

Tudo não passou de um pesadelo. Afinal, em nosso belo mundo civilizado, coisas assim não acontecem...

Cortinas rasgadas, lixo por todo lugar, carteiras lançadas ao chão, alunos batendo, alunos apanhando, folhas de caderno jogadas pelas ruas, xingamentos proferidos aos berros...
Em pronunciamento em rede nacional de TV alguém importante aparece e diz: "Decretamos o último dia letivo das escolas públicas como Dia Nacional do Vandalismo"!

Ops! O Bernardo acordou para mamar! Ainda bem que tudo não passou de um pesadelo. Afinal, em nosso belo mundo civilizado, coisas assim não acontecem...

23 de novembro de 2007

Conhecendo melhor o Cambuci


A escola em que eu trabalho aqui em São Paulo, Oscar Thompson, fica no bairro do Cambuci. Fui convidado pela professora Deborah a participar de um projeto desenvolvido por ela dentro das comemorações dos 100 anos da escola. Percorremos algumas ruas do bairro e caminhamos até a região central da cidade onde visitamos o tradicional centro histórico de São Paulo.

Passamos com os alunos pelo Largo do Cambuci, fomos no local onde ficava o prédio antigo de nossa escola (o Grupo Escolar do Cambuci), visitamos a Igreja da Glória e depois, seguimos até o centro da cidade caminhando pela Rua Lavapés.
Abaixo, sobrados antigos na rua Lavapés.
Lindo, não?
...

22 de novembro de 2007

Um pouco da História do Cambuci

Como em outros bairros paulistanos, o Cambuci - criado oficialmente em 1906 - surgiu a partir de uma grande chácara chamada Chácara da Glória. O atual Largo do Cambuci era chamado de Largo do Pote e por ele passava o córrego retratado na imagem da postagem abaixo.

A Rua do Lavapés é certamenete uma das mais famosas de São Paulo. Caminho obrigatório de São Paulo até Santos, quando chovia muito formava muita lama na região. Então, as pessoas lavavam os pés antes de entrar em São Paulo, provavelmente para não sujar o interior das Igrejas.

Mas de onde vem o nome Cambuci?
Há duas explicações:
1- Cambuci significa "pote" em tupi-guarani.
2- Cambuci é o nome de uma árvore comum no local. Seu fruto, o cambricique, era colocado na pinga.

21 de novembro de 2007

Quando ainda se podia navegar pelo Cambuci


Esta imagem é de 1935. Para quem conhece o bairro do Cambuci fica difícil imaginar que era possível navegar pelas águas de um ribeirão que hoje já não existe mais.

O espaço é constantemente modificado pelo homem ao longo do tempo (nem sempre para melhor).

Hoje, a região abriga muitas lojas e edifícios em construção que contrastam com cortiços. Ainda é possível observar muitas casas e sobrados antigos em precário estado de conservação. A imagem abaixo é do Largo do Cambuci.